Multilingual Folk Tale Database


Κόραξ καὶ ἀλώπηξ (Αἴσωπος)

A raposa e o corvo La vulp ed il corv
unknown author unknown author
Portuguese Raeto-Romance

Uma raposa viu um corvo empoleirado numa árvore, com um pedaço de carne no bico, e cresceu-lhe água na boca. A manhosa da raposa, que queria roubar a carne ao corvo, começou a lisonjear a ave. “Que lindo que tu és!”, disse a raposa. “Que penas delicadas! Nunca vi outras mais belas do que as tuas! Que esbelto e gracioso que és e que voz deliciosa!”

O corvo ficou muito satisfeito ao ouvir estas belas palavras e começou a saltitar no ramo. Então, para provar a si mesmo que tinha voz maravilhosa, abriu a boca para cantar. Imediatamente, o pedaço de carne caiu-lhe da boca, mesmo na direção da raposa, que o engoliu, toda contente com a sua brilhante idéia.

Moral

Há no mundo poucas pessoas que não se deixem vencer pela lisonja

La vulp era puspè ina giada fomentada. Qua ha ella vis sin in pign in corv che tegneva in toc chaschiel en ses pichel. Quai ma gustass, ha ella pensà ed ha clamà al corv: «Tge bel che ti es! Sche tes chant è uschè bel sco tia parita, lura es ti il pli bel utschè da tuts». Il corv ha sa sentì flattà da quest cumpliment. E perquai ch’insatgi ludava sia vusch, ha el avert ses pical ed ha cratschlà: «Craa-craa-craa». Ed il chaschiel è dà giu per terra. La vulp al ha tschiffà e maglià.



Change: Change: